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Leonardo Boff diz: "Ler significa reler e compreender, interpretar. Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam." esse tem sido meu lema.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Estamos bem perto

Hoje mais que ontem estamos bem perto do próximo ano e criamos muitas expectativas.

Com certeza algumas ocorrerão e outras no entanto, nem chegarão a "brotar", mas essa é a relevância da vida!

Ótimo 2013 a todos!!!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O ano termina...

Está acabando mais um ano e com ele o projeto estará também sendo encerrado (com essa turma); mas no próximo ano teremos mais e sei que será muito bom...
Um novo ano nos espera...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

2010 inicia...

O ano de 2010 foi mágico...


O ano inicia com o desafio de colocar em palavras um ideal que até o momento era apenas utopia ...

Destaco a realização de parte da música: Tupã Canoampy (Com Cristo no Barco), quando utilizamos as bolinhas de papel que o furador forma, esse foi um dia blaster interessante, afinal eles puderam formar um texto com a utilização do alfabeto apenas.



Aproveitei que tratávamos da chegada dos portugueses aqui no Brasil e dessa forma, não houve comunicação a priori; somente com o passar de dias os moradores antigos e novos puderam manter algum tipo de comunicação.

Expliquei – os que a comunicação fora comprometida por que os índios falavam em tupi guarani e os “descobridores” em português, então eu encenei a música que cantei em tupi guarani e esperei que eles tentassem descobrir o significado de cada trecho que compunha a música sinalizada em LIBRAS.

 

Foi uma situação importante, porque eles tiveram como buscar formas de realizar a leitura, mas não a leitura caderno, lápis ou outro material similar; nesse caso, a leitura se dava nas “descobertas”.

Após conversa percebi que eles haviam internalizado a ideia da inclusão, porque notavam os sinais e esse foi o ponto de vínculo com as crianças e a “descoberta” do significado da letra da música.

Esse dia foi memorável, pois foi essa música que apresentamos na inauguração da nova unidade de nossa escola (se deu quase no final do ano) e todos ficaram imensamente felizes porque a primeira Dama, bem como o  excelentíssimo senhor prefeito, vieram nos dizer o qual relevante fora o momento da música.

Infelizmente o ano chegou ao fim e nós tivemos que continuar a caminhada com novos profissionais em nossas vidas; eu fui para outra Unidade Escolar e os meus alunos, superando algumas dificuldades.

Como começou a ideia do Projeto...

O nascimento da ideia ...

Ano de 2009 tive oportunidade de vir lecionar na E. M. Leonor Mendes de Barros, na ocasião só existia ela e por esse motivo todos os alunos ocupavam o mesmo espaço físico.

Nesse ano tive contato com os alunos do Atendimento Especial Especializado (A. E. E.), onde atendiam crianças com deficiências auditivas e visuais no contraturno de suas escolas respectivas; com eles nasceu a curiosidade de como comunicar-se de forma adequada com eles e como leitura é algo que me fascina, me deparei com a indagação: “como eles lêem”?

No anseio de descobrir a resposta a essa única questão me envolvi em muitos outros questionamentos e deles não pude me livrar até que quando notei já havia uma comoção generalizada; pois não era apenas eu, mas meus alunos estavam curiosos e suas curiosidades iam além dos portões da escola.

Conversei com os professores do A. E. E. e eles prontamente se dispuseram a nos ajudar a entender melhor o processo educacional da clientela dos mesmos. Com isso, uma vez na semana, as crianças aprendiam sobre algo auditivo (músicas em LIBRAS; trechos de história; entre outros) ou alguma coisa visual (história que tivessem no Sistema Braille) ou ainda uma atividade que envolvia a necessidade têxtil.

Sendo assim, a professora Adriana Fátima Moreira cuidava do grupo de Deficientes Auditivos e por esse motivo, ela nos auxiliava quanto à tradução de atividades para LIBRAS (traduzimos pequenos textos e os cumprimentos primordiais para o bom relacionamento).

Já o professor Fábio Carreira, tinha baixa visão e trabalhava com os deficientes visuais. Fábio devolveu o sorriso de muitos alunos, porque preparou uma aula onde os pequenos teriam chance de saber quem foi Louis Braille entre outras ações que não eram difíceis, mas sim trabalhosas.

Nessa época, meus alunos conheceram as crianças do A. E. E. e nós pudemos manter conversação em diversas ocasiões, sob a minha orientação ou dos profissionais da área.

Nesse ano destaco a aula de História e Língua Portuguesa, onde o professor supracitado levou a história de Louis Braille e algumas palavras em Braille para que eles tivessem chance de executar o que haviam aprendido; também, receberam folhas para realização do contrário (estavam palavras em português e eles deveriam colocar em Braille).

Fizemos tantas coisas que quis extrapolar a leitura e a escrita; por esse motivo, no outro ano (2010) escrevi o projeto e busquei enfatizar a leitura como um momento de prazer e aprendizado, foi muito importante no crescimento de todos nós.

domingo, 25 de novembro de 2012

Leitura Política

As aulas que estou ministrando durante algumas substituições tem me permitido ficar bem feliz, no sentido de que os alunos ficam bem mais interessados.
Antigamente falar em política seria o mesmo que falar de "roubos" ou outros tipos de "falcatruas", mas nas aulas que tenho apresentado não é bem assim.
Primeiro, explico a eles sobre os poderes que regem a "vida política" no Brasil e sendo assim, partimos para a prática que é quando os alunos em grupos vivem um momento de vereador, senador ou deputado, "criam" leis, expõem-nas, apreciam-nas, votam-nas e depois tenham a oportunidade de apreciar a dos amigos e juntos determinarmos quais as mais relevantes para o campo que estamos objetivando.
Abaixo estão algumas imagens comprovatórias...


Indicação Literária

Acredito que vocês irão gostar...

Livro: “PRETINHA, EU?”

Série: “DIÁLOGO”

Autor: JÚLIO EMÍLIO BRAZ

Ilustrações: RUBEM FILHO

Editora: SCIPIONE

Número de Páginas: 71

Tema abordado: PRECONCEITO RACIAL

Indicação Literária: O livro inicia com a chegada da intrigante Vânia, garota inteligente, interessada, dedicada ao extremo, dona de si, controlada, bolsista, com uma beleza impar e negra.
A menina sofre todo tipo de discriminação possível e utiliza-se do silêncio e do sorriso como “armas da indiferença”, mas será que ela vai “sobreviver” a tanto racismo?
Será que Vânia irá conseguir ser o que tanto espera de si mesmo?
Acompanhe essa tão intrigante história e descobrirás.

fonte: internet

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

DICA DE CURSOS PARA SURDOS

http://www.culturasurda.com.br/efbd.html

Copiei no blog "Mundo do Silêncio" de Raquel Cambé e achei interessante, por isso estou repassando...
Vale a pena conferir!!!