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Itanhaém, São Paulo, Brazil
Leonardo Boff diz: "Ler significa reler e compreender, interpretar. Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam." esse tem sido meu lema.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Mais uma conquista...

Gente, estou extasiada com meus pequenos...

Acreditam que eles com tão pouco tempo de Projeto já estão reconhecendo os locais (na escola) onde encontram a escrita Braille, outro dia Hudson (minha inclusão) apontou na escada os lugares e quis saber o que estava escrito.

Estão achando que ficou por ai? Não ficou não ...

Pedro Agante dia desses me surpreendeu quando simplesmente se virou para Daniele Ponte (Deficiente Auditiva que trabalha conosco) e sinalizou que "ela é linda".

Dupla alegria; Dany ficou com sorriso de "orelha a orelha" por ter recebido o elogio e eu também fiquei porque ele (apesar de ser tão tímido) já está sabendo ler os sinais e utilizá-los de forma coerente e dentro de um contexto...

Que felicidade!!!

Obrigada Deus e Pai!!!

Resposta do Concurso de Contos ...

Infelizmente o meu não foi um dos três selecionados, mas a Juliana (representante do concurso que mantem contato com os participantes do mesmo) nos pediu autorização para divulgação dos demais e o meu foi autorizado.

Chique não é?

Talvez estarei até podendo colocar o link de onde estarão divulgando os demais contos...

Fiquei feliz!!!

Dia da Conscientização do Autismo em Itanhaém homenagearam minha ex-aluna...

Estava lendo o informativo digital de Itanhaém e fiquei felicíssima porque minha ex-aluna que tem uma filha autista estava sendo homenageada, amei a reportagem. Gostaria que todas as mães fossem iguais a Phaolla e a outras que conheço...

Estarei copiando o link, dê uma visitadinha lá...

http://www.itanhaem.sp.gov.br/noticias/2013/abril/Semana_Dia_Mundial_Conscientizacao_Autismo_mae_exemplo_dedicacao_amor.html

Beijokas a todos!!!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O Braille e eu


O BRAILLE E EU

Numa ocasião achavam-se reunidos os professores da rede municipal de Itanhaém, era dia de reunião e capacitação dos mesmos e naquela sala quente e pouco arejada alguém chamou a atenção da professorinha Sara.

Sara era uma mulher sonhadora que gostava de descobrir novas formas de ensinar e percebeu que uma das professoras era sobremodo diferente, não que fosse um E. T., mas era diferente das demais.

Ficou ali observando-a cabelos curtos, olhos castanhos, gestos precisos, voz delicada e de firmeza impar; pareceu-lhe que a olhava também, entretanto: "por que não respondera ao seu gesto?"; "será que não gostava de pessoas tagarelas?"; "talvez tenha estado desatenta e a mulher a houvesse cumprimentado e estando atenta a outros detalhes não notara... era isso, só podia ser isso".

Maria Isabel apresentou-se era a pedagoga Isabel que ministraria aulas do Sistema Braille aos interessados, estaria a disposição para responder às questões pertinentes e assim que acabara a reunião fora abordada por muitos, então Sara a deixou para falarem outro dia.

No dia marcado estava Sara e muitos outros alunos na primeira aula de Braille, na ocasião Isabel contou-nos um pouco dela mesma e como sendo cega era independente, mãe, pedagoga, professora e enfim, vencedora.

Sara e os demais alunos viam ali um exemplo de ser humano vencedor e humilde; as aulas eram ministradas todas as quintas-feiras das sete às nove e por incrível que se possa parecer Sara, Marlene, Adriana, Daniele e muitos outros alunos eram pontuais e ao final de alguns meses estavam com seus certificados em mãos.

Marlene usou seus saberes para aprimorar seu currículo, Adriana para acrescentar em seus conhecimentos, Daniele aprendeu a usar seus novos conhecimentos em seus trabalhos manuais e Sara quis ir além, apresentou a Unidade Escolar onde lecionava um projeto de leitura inclusiva que tinha por objetivo promover a possibilidade de alunos visuais e auditivos perceberem o mundo sinalizando (utilizando a Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS) e adaptando formas de utilizar o Sistema Braille, respeitando e valorizando o limite individual, porque esse diferencial é que norteava o principio do saber.

O Sistema Braille adquiriu nova roupagem na sala de aula, os alunos adaptavam materiais recicláveis e escreviam bilhetes entre si e por fim, escreveram um convite à pedagoga Isabel, professora de sua professora em Braille.

Carta recebida, lida e respondida (em Braille) a emoção tomou conta, porque a "professora cega" (pseudônimo que recebeu carinhosamente em LIBRAS) iria visitar a sala da professora Sara e lá os educandos tiveram contato com seus nomes datilografados em Braille, puderam utilizar a máquina Braille, perguntar e elucidar suas possíveis dúvidas quanto ao mundo magnífico dos cegos.

Ficaram todos tão extasiados que um dos alunos escreveu em sua autoavaliação mensal o quanto achou relevante aquele momento e desde então a pedagoga Isabel, a "discípula" Sara e seus pequenos "discípulos" têm tido contato com o Sistema Braille e não o temem como muitos o fazem por pura ignorância.

Ao invés de temer vamos desbravar o desconhecido porque na maioria das vezes eles nos proporcionam momentos indescritivelmente INCRÍVEIS, MAGNÂNIMOS, enfim ÚNICOS.

 AS NOSSAS DIFERENÇAS É QUE NOS FAZEM QUEM SOMOS:

SERES ÚNICOS E PORTANTO ESPECIAIS!

Maria Isabel e eu (prô Sara)
 * História baseada na vivencia pessoal das pedagogas Maria Isabel de Oliveira Santos e Sara Pereira Rufino Mazzei da cidade de Itanhaém/SP.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Facebook do Projeto

Estou atualizando o facebook que eu havia aberto para o Projeto.
Postei fotos e estou atualizando com frequência...
Espero receber visitas e comentários.
Beijokas a todos!!!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Todos deveriam assistir...

Creio que ao menos uma vez na vida todos deveriam assistir filmes tais quais: "A sociedade dos poetas mortos" e (que em linguagem que varia entre o simbolismo e a direta, descreve a relevância de instituições de ensino na vida de seus educandos e educadores).
Ontem porém, assisti novamente o filme: "Como estrelas no céu toda criança é especial" e pude repensar ações pessoais e profissionais, porque Ishaan (8 anos) e seu prodigioso professor Nikumbh (substituto em um colégio interno) nos fazem viajar e reavaliar ações até então imutáveis e arraigadas em nosso individual.
Se tiver chance assistam a esse magnifico filme e reveja seus conceitos...


Aprenda com seus pequenos!!! Até os mais "nervosos" tem o que ensinar, afinal todos temos nossos momentos...

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Começou...

O ano novo começou e cá estamos afim de renovar nossos objetivos e reestruturar algumas ideias...

Para iniciar, porem quero apenas desejar a todos ...